domingo, 17 de fevereiro de 2008

finalmente.
depois de muito, muito, muito tempo sem aparecer por aqui, eis que eu volto. nesse pequeno-grande espaço de tempo, muita coisa aconteceu. inclusive, meu computador quebrou e cá estou, apelando para o laptop. ainda não tive coragem de mandar meu querido Che para a UTI. acho que não estou preparada emocionalmente para o diagnóstico :~ se eu perder meu HD mais uma vez, morro. argh. anyway, voltei.

tudo e nada.
e claro, depois de ter passado tanto tempo "fora", volto com mil novidades. mas é tanta coisa que eu esqueço da maioria e fico confusa sobre o resto. mas, conforme decidi levar 2008, um passo de cada vez, e sem piti, por favor.

fechando ciclos.
acho que eu já havia comentado sobre isso em algum micropost do passado... mas enfim, essa é uma sensação muito boa. essa de fechar ciclos. principalmente se eles são longos e desgastantes. em julho do ano passado, comecei esse processo. e agora, começando 2008, acho que 80% já está feito. até ciclos que eu nem sequer imaginava que deveriam ser fechados, eu fechei. tirando algumas pedras do passado, milagrosamente está tudo indo bem. e isso dá uma leveza danada na criatura...

parada brusca.
e no meio de tanto "fechamento" de ciclo, conforme você vai limpando o sótão, coisa que você nem sabia que exisitam passam a existir. e é complicado, porque nem tudo causa uma surpresa agradável, né? tem aquelas descobertas que forçam você a dar aquele sorriso amarelo ou aquela ficha desagradável cai e você percebe que tem que jogar fora o entulho pra conseguir iluminar melhor o lugar. comigo não poderia ser diferente. e é impressionante aquela teoria de que você só conhece realmente as pessoas nos momentos difíceis. e que no final das contas, a maioria dos seres viventes desse mundo se escondem atrás de máscaras, provavelmente mentindo para si próprios sobre algo que nem eles mesmo acreditam. mas tentam. eu já devo ter feito isso. já sim, quando eu achava que era auto-suficiente e etc tal. aquela velha prepotência juvenil. enfim, pedras são sempre pedras. e quando são tiradas do sapato, trazem um alívio imediato e "orgásmico".

insustentável leveza.
não sei exatamente o motivo, mas ando paquerando bastante com esse livro na minha estante. certamente, meu livro favorito. deve ter alguma coisa a ver com essa mudança de karma, seilá.

absurdo, mas bom.
continuando o papo de surpresas, Murphy ainda anda me pregando peças. a novela mexicana ainda anda bombando. o começo da temporada foi bem mexicano de baixo orçamento mesmo, mas as coisas tendem a melhorar. (espero). e uma das peças que ele me pregou foi o fato de me fazer encotrar bem-estar no canto mais improvável, impensável e contraditório possível. vai entender... aliás, nem preciso entender. melhor me preocupar em aproveitar enquanto dura.

roomie.
ando dividindo meu humilde apê com uma criatura que se revelou indispensável à minha rotina. e ele nem foi embora ainda, mas eu já estou em depressão pela saudade. mimimi. e olha que eu sou uma pessoa absurdamente individualista, que gosta de ter o próprio espaço, odeio pessoas dependentes e tem um vibe esquizofrênica latente. mas ele é do mesmo jeito. acho que por isso que dá certo. haha. vou ficar com saudade de tu, Shiu. :( mas te visitarei SEMPRE. :D

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