quarta-feira, 11 de junho de 2008

válvula de escape.
um tesourinho querido me aparece, batendo a poeira de uma música querida de tempos antigos. não tinha hora melhor para ouvir Nana Caymi do que nesses momentos malucos que dá vontade de jogar tudo pra cima e fugir.

"Batidas na porta da frente
É o tempo
Eu bebo um pouquinho
Prá ter argumento

Mas fico sem jeito
Calado, ele ri
Ele zomba
Do quanto eu chorei
Porque sabe passar
E eu não sei

(...)

Recordo um amor que perdi
Ele ri
Diz que somos iguais
Se eu notei
Pois não sabe ficar
E eu também não sei

(...)

Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto

E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Prá tentar reviver

No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder
Me esquecer"

Um comentário:

Flávio Lopez disse...

a gente se ajuda, sacode a poeira e dá a volta por cima.
=***