quarta-feira, 23 de julho de 2008

confessando.
- mas por quê cê não foi mesmo?
- minha moral tava baixa...
- ah, desculpa esfarrapada!
- mas era! o ambiente era intimidante...
- hahaha
- mimimi
- tem problema não...
- é, tem não! da próxima vez, não deixo passar!
- não passará impune!

\o/

nostalgia pura.
"ai eu me afogo num copo de cerveja
e nela esteja minha solução
então eu chego em casa todo dia embriagado
vou enfrentar o quarto e dormir com a solidão
meu Deus, não
eu nao posso enfrentar essa dor
que se chama amor
tomou conta do meu ser
dia-a-dia pouco a pouco
já estou ficando louco
só por causa de você"

olha, barzinho de samba desenterra cada uma. :P

encarando.
- tu tá bem?
- hum...
- tá não, né?
- por que?
- tá com cara de cachorro com dor de dente.
- hein?
- é, não sabe o que faz.
- e é?
- parece. é coisa de ababonada. aposto!
- hahaha.
- resquícios, né?
- resquícios.
- quer saber? acho que tu tem que tomar uma decisão pra valer...
- fácil falar, né?
- é, mas pensa nisso, pra valer: bunda de fora ou calça de veludo!
- decisão extrema MESMO, hein?

diálogos nonsenses nos intervalos do trabalho são dignos de estudos literários.

Um comentário:

FaBinho Vieira disse...

Te encontrar é sempre bom. De qualquer forma...